Central de Atendimento

Quem Somos

Oferecer o verdadeiro sabor da Amazônia conservando o que existe de mais precioso nela: a floresta. Assim nasceu toda a linha de produtos da Frutos da Amazônia.

 

Doces que resgatam, com sofisticação, o exotismo, a essência, os símbolos e os sabores que traduzem toda a singularidade existente no maior ecossistema do mundo.


Trabalhar com matérias-primas tão especiais exige responsabilidade: a Frutos da Amazônia aposta em parcerias com associações ribeirinhas e cooperativas que manejam a floresta sem degradá-la. Neste modelo de negócios todos ganham: a empresa, a sociedade, a natureza.

 

Frutos da Amazônia. A natureza é doce.


Parceiros

Nossa marca conta com diversos parceiros que nos ajudaram a conversar com a linguagem da Amazônia. Saiba mais sobre cada um deles:

 

Joana Lira (PE) é ilustradora, artista plástica, ceramista e designer gráfica. Também atua no desenvolvimento dos projetos de identidade visual e cenografia do carnaval de Recife. A ilustração Floresta Encantada foi criada para a comemoração dos 15 anos da Frutos da Amazônia, em 2007.

 

Saiba mais em: www.joanalira.com.br


Resgate e permanência pelas mãos de um mestre.

Mestre Cardoso é reverenciado internacionalmente, com trabalhos expostos em diversos museus do mundo.

Por isto, a Frutos da Amazônia lança a exclusiva linha de produtos assinados por ele. São algumas jóias moldadas no barro, em forma de ovos, amuletos e outros objetos, com toda a riqueza da tradição marajoara. Mais do que uma justa homenagem, a Frutos da Amazônia procura manter viva uma das mais extraordinárias manifestações culturais e arqueológicas do Brasil, contribuindo assim para a preservação da nossa memória e identidade étnica.

“A cerâmica é uma das mais antigas e expressivas tradições culturais brasileiras. Particularmente na Amazônia, essa tradição se manifesta com uma beleza plástica extraordinária e múltipla, fruto da diversidade cultural e do grau de desenvolvimento dos povos que habitaram a região em tempos de pré- descobrimento, como são os casos das cerâmicas marajoara, tapajônica, maracá, cunani e Konduri entre outras.”

(Daniel F. Lopes Tecnólogo Sênior do Museu Emílio Goeldi- Belém-Pa)


Que mãos são estas que tecem os cestos, as peneiras e tantos outros objetos bonitos que enfeitam as feiras e mercados de Belém?

 

Diversas são as mãos que participam da magia desse trabalho.

Mãos que sobem na palmeira, mãos que cortam as hastes de miriti, mãos que extraem as talas com uma faquinha amolada.

Mãos que tecem...

A família inteira trabalha.

A família Ribeirinha vive na floresta as margens dos rios e igarapés da Amazônia.

O pai sobe na palmeira com a peconha nos pés e o facão na cintura.

Os filhos ajudam a cortar as talas.

Todas as mulheres tecem a mãe a avó a menina.

E o caboclo rema a sua canoa na direção da cidade grande, do mercado do Ver-o-Peso, para vender sua arte.

Você nem imaginava essa trabalheira né?

E ninguém destruiu a floresta, o miritizeiro continua lá gerando novas hastes de miriti, ninguém jogou óleo queimado no rio;

ninguém fumaçou o ar...

E tudo continua intacto na maior floresta do planeta...

A Floresta Amazônica...